Peixe que respira fora d'água ameaça ecossistema de Nova York


Um peixe da Ásia está afetando o ecossistema do lago artificial do Central Park, em Nova York, nos Estados Unidos. Conhecido como cabeça-de-cobra (Channa argus), ele é considerado um predador perigoso que come pequenos animais, como sapos, tartarugas e alguns crustáceos, e ainda coloca uma grande quantidade de ovos em pouco tempo.
As autoridades temem que essa espécie se alastre rapidamente, já que é capaz, sob certas condições, de respirar fora d'água por alguns dias e até de "andar" na superfície terrestre. Essas habilidades, dizem os biólogos, permitem que o peixe "mude" de um lago para outro em busca de comida, levando-o para fora dos domínios do parque.
Os funcionários planejam uma expedição nesta semana para retirar do lago todos os exemplares do cabeça-de-cobra, espécie que chega a ter quase um metro de comprimento na fase adulta e é encontrada na Rússia, na Coreia do Sul e na China.
Um grupo já espalhou cartazes pelo Central Park avisando sobre os problemas dessa espécie invasora, indicando, inclusive, que o animal deve ser "mantido dentro de um recipiente seguro" enquanto as autoridades não fazem o resgate. 
"Os avisos são apenas para que as pessoas saibam que esse peixe está aqui [no Central Park] e que, se elas o encontrarem, por favor, não o devolvam para a água.  Isso ajuda a população a tomar consciência de que há coisas no lago que não deveriam estar lá", reforça à NBC Melissa Cohen, gerente do Departamento de Pesca de Conservação Ambiental.

Abatedouro de peixes incrementa economia

Investimentos será de R$ 25 milhões em complexo de piscicultura, que deve gerar até 1.200 empregos diretos

Pinhalão - O Ministério da Pesca e Aquicultura está apostando alto na construção de um abatedouro de peixes na cidade de Pinhalão. Na quinta-feira, o próprio ministro Marcelo Crivella esteve na região para fazer o lançamento da obra. 

O prefeito da cidade, Claudinei Benetti (PSD) está confiante porque, segundo ele, o Governo Federal quer que o Brasil seja autossuficiente na produção de peixes e espera que a experiência sirva de modelo para o País. Sem modéstia, Benetti diz que este será o maior abatedouro de peixes do mundo. Quando estiver operando com sua capacidade máxima, o frigorífico poderá abater até 200 toneladas de peixes por dia. 

O investimento total na obra deverá passar de R$ 25 milhões. Até agora, já está certo o investimento de R$ 13 milhões na obra e mais R$ 8 milhões em projetos complementares, como a fabricação de bolinhos empanados com carne de peixe. 

Os números do projeto de piscicultura entusiasmam o prefeito de Pinhalão. Até o momento, a proposta é compartilhada por 67 municípios do Norte Pioneiro, Campos Gerais e municípios próximos, em um raio de 300 quilômetros, e já conta com mais de 3 mil produtores cadastrados. 

O prefeito diz que para se alcançar o objetivo é fundamental que se invista não apenas em obras materiais, mas principalmente na capacitação dos produtores, trabalho que está sendo feito pelo Instituto Emater. 

Benetti espera também que o governo ofereça condições para que os produtores possam construir tanques de rede e deixe de oferecer bolsas família para os pescadores. ''O Brasil não pode ficar pagando salários para os nossos pescadores; nós não queremos bolsa família. Nós queremos que o governo invista em tanques rede porque com esses tanques o pescador terá uma renda muito maior do que o governo paga para ele'', afirma. 

O governador Beto Richa (PSDB) também participou da solenidade em Pinhalão na quinta-feira. Naquele momento, ele prometeu que vai criar uma lei para que os tanques com até 20 mil metros quadrados de área não precisem de autorização do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) para que sejam construídos. Segundo o prefeito Claudinei Benetti, esta medida dará mais agilidade à criação de novos tanques. 

Números expressivos
O complexo de piscicultura em Pinhalão terá um setor para a produção de alevinos com a criação de 20 milhões de unidades ao ano inicialmente, passando para 80 milhões ao ano em uma segunda etapa. Esta obra já está em fase final. A fábrica de ração que vai alimentar os peixes nos tanques deverá ficar pronta em quatro meses e a estimativa é que o abatedouro comece a operar em no máximo 10 meses, ou seja, até fevereiro do ano que vem. 

Em uma primeira etapa, o abatedouro vai gerar 500 empregos diretos, chegando a 1.200 quando estiver operando com sua capacidade máxima. O prefeito Benetti acredita que, além de uma fonte alternativa de renda para o produtor, o abatedouro ainda vai gerar entre 15 mil a 20 mil empregos indiretos no comércio de todas as cidades envolvidas. 

Benetti justifica que, com todo este movimento, haverá também um aumento na arrecadação das prefeituras, que poderão atender melhor a população em serviços essenciais, como saúde e educação. 

Além de Pinhalão, o ministro da Pesca e Aquicultura Marcelo Crivella visitou também as cidades de Santo Antônio da Platina, Ribeirão Claro e Cornélio Procópio.
Eli Araujo
Reportagem local

Tráfico está próximo de 38% das escolas

Índice do Paraná é superior ao do País; levantamento ouviu mais de 50 mil diretores de colégios públicos brasileiros

Londrina - O tráfico de drogas está presente no entorno de 38% das escolas públicas do Paraná. Os números são de uma pesquisa baseada nas respostas dos questionários socioeconômicos da Prova Brasil 2011, aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e divulgada em agosto de 2012. 

Dos 54,5 mil diretores entrevistados, 18,9 mil apontaram a existência de comércio de drogas, o que indica que 35% das escolas públicas do Brasil estão próximas ao tráfico. O Distrito Federal tem a maior proporção do País, com um índice de 53,2%. A menor ocorrência registrada foi no Piauí, onde 15,3% dos estabelecimentos de ensino estão ao redor de locais onde há compra e venda de entorpecentes. 

Para Ernesto Martins, coordenador da Fundação Lemann, um dos responsáveis pelo estudo, os dados apontam que não dá para isolar a escola do contexto em que está inserida. ''É difícil separar a escola da comunidade. A mensagem que a pesquisa passa é que a escola tem que buscar se integrar aos moradores da região, fazer parte dela para, em conjunto, buscar alternativas e ações para melhorar a comunidade'', ressalta Martins. 

O coordenador destaca ainda que a escola não pode ser responsabilizada pela violência e que os números podem servir de parâmetros para ações do poder público. ''Os relatos dos diretores mostram o que eles passam no dia a dia e isso ajuda a atender o que acontece nas escolas e no seu entorno'', frisa. 

Em Londrina, a realidade não é diferente. Várias escolas públicas estão próximas a locais onde há venda e consumo de drogas. ''Atrás da escola, onde existe um vale, todas as noites fica um grupo de jovens consumindo maconha. Todo mundo dentro da escola sente o cheiro'', revelou a professora de um colégio localizado no Jardim Santa Fé, zona leste. ''Os alunos relatam que na saída das aulas sempre encontram estes usuários nas esquinas próximas da escola. Muitas vezes eles são abordados e a droga é oferecida.'' 

Em outra escola, no Conjunto Antares, também na zona leste, vários usuários e traficantes de drogas procuram os alunos durante as aulas. ''Eles chamam os estudantes até as grades e algumas vezes entram na escola. Acontece durante o dia e a noite é muito pior. Ele picham as paredes internas e fazem ameaças. Professores e funcionários já fizeram vários boletins de ocorrência'', aponta uma funcionária. 

A Polícia Militar (PM) conta com o Batalhão de Patrulha Escolar Comunitária para levar segurança às escolas. De acordo com o capitão Dalton Perovano, a Patrulha Escolar realiza um trabalho com a perspectiva de construir uma cultura de paz e segurança. 

''Buscamos trabalhar de forma coletiva e individual em ações de prevenção do uso de drogas e trazer segurança para as escolas. Uma cultura de segurança só será alcançada se houver uma ação conjunta entre o colégio, a família, a comunidade e a polícia'', aponta Perovano. 

A PM coloca em prática o Programa Educacional de Resistência às Drogas e Violência (Proerd), que oferece estratégias preventivas a fim de reforçar os fatores de proteção. A Patrulha Escolar desenvolve também ações específicas para cada faixa etária de estudantes da rede pública, além de orientar as instituições em relação as instalações físicas para garantir uma maior segurança. 

''Os nossos policiais recebem uma formação exclusiva para lidar com a questão da segurança nas escolas e de forma continuada eles aprimoram estes conhecimentos'', ressalta Dalton Perovano. 

Procurada pela reportagem, a Secretaria Estadual de Educação não deu retorno. (Com Agência Brasil)
http://www.folhaweb.com.br/

Empresa é acionada por danos ambientais no Paraná


O Ministério Público do Paraná ajuizou ação civil pública, com pedido de liminar, contra uma empresa de recuperação de materiais com sede no município de Moreira Salles, por danos causados ao meio ambiente. 

De acordo com a ação, assinada pelo promotor de Justiça Wagner Zouain Vargas, da comarca de Goioerê, foram constatadas inúmeras irregularidades nas atividades da empresa A J P DE CARVALHO – ME, de nome fantasia Granuplast. Em setembro de 2011, uma equipe técnica do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Proteção ao Meio Ambiente (CAOPMA) realizou vistoria na empresa e constatou que, além de não possuir licença ambiental, faltavam equipamentos de proteção individual para todos os funcionários, entre outras irregularidades. 

No mesmo período, um vizinho da empresa compareceu à Promotoria de Goioerê para denunciar que havia mau cheiro proveniente das atividades da empresa, assim como a proliferação de ratos, baratas e moscas verdes. O Instituto Ambiental do Paraná também realizou vistoria no local, no mesmo mês, e verificou "o depósito de resíduos sólidos e líquidos de maneira irregular", emitindo, à empresa, Auto de Infração Ambiental (AIA). 

Em nova vistoria realizada em março de 2012, porém, foram constatadas as mesmas irregularidades na atuação da empresa. Diante disso, a Promotoria propôs a ação civil pública, requerendo, liminarmente, a suspensão das atividades da Granuplast. Requer, também, a recomposição do dano ambiental da área, o pagamento de indenização pelos danos morais coletivos causados à população local, com destino ao Fundo Municipal do Meio Ambiente. 

A juíza Fabiana Matie Sato, da comarca de Goioerê, concedeu, na decisão liminar, o prazo de 15 dias para que a empresa comprove regularização de sua atividade antes de apreciar a liminar.
Redação Bonde com MP/PR

Rádio LIDER AM implantou o projeto "Rádio na Escola"

Prefeito Luiz Mestiço foi entrevistado pelos alunos

Os alunos do Colégio Carrão de Assaí, estão super animados com o projeto RÁDIO NA ESCOLA, que conta com incentivos da Diretora, dos Professores e 100% do apoio da RÁDIO LÍDER AM 1360. Muitas informações, descontração, assuntos de saúde, receitas culinárias e entrevistas com autoridades de Assai e Região.

O programa é apresentado quinta-feira, a partir das 16h00 e o apresentador Claudinho Silva faz a parte técnica e a professora Michele na coordenação, que vem mostrando um ótimo trabalho com os alunos.  

O objetivo do projeto é levar as informações aos jovens  mas também fazer com que eles criem o seu próprio assunto a ser discutido, e assim aprendendo cada vez mais e de forma descontraída.

Confira nas fotos abaixo, o Prefeito, Luiz Mestiço  (Assaí) dando uma entrevista ao vivo para os alunos que fizeram ótimas perguntas.

Blog do Edimar Santos: Mobilização de vacinação contra gripe em Nova Fáti...

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São Paulo x Corinthians: arquibancadas a R$ 60 na semifinal


Além de definir os horários dos jogos da semifinal do Paulistão Chevrolet, a reunião na tarde desta segunda-feira na Federação Paulista de Futebol também tratou do preço dos ingressos. E as arquibancadas para o clássico entre São Paulo e Corinthians, domingo, no Morumbi, vão custar R$ 60.
O preço é três vezes maior do que o das quartas de final, jogo em que o torcedor teve de pagar R$ 20 para ver São Paulo e Penapolense do mesmo local, no Morumbi. Na primeira fase, o Tricolor ainda tinha um acordo com a Federação e conseguiu manter a arquibancada amarela como setor popular e à venda por apenas R$ 10.
Pelo fato de ser uma partida única, as duas equipes dividem a renda do jogo. O São Paulo é o mandante porque teve melhor campanha do que o rival até o momento.
- Em relação aos preços dos ingressos, nós decidimos elevar. Chegamos a um acordo e a Federação gostou. Teremos casa cheia e um bom jogo - afirmou Adalberto Baptista, diretor de futebol do Tricolor.
Os corintianos serão minoria no estádio. A carga destinada aos visitantes é de 3.200 ingressos. Os são-paulinos poderão adquirir cerca de 60 mil ingressos.

Coritiba derrota o Londrina e põe o Atlético na final

Em casa, time coxa-branca faz 3 a 1 no adversário e o elimina da decisão


Durante a semana, o lateral Victor Ferraz, do Coritiba, havia manifestado preferência em enfrentar o Atlético nas finais do Campeonato Paranaense. A vontade coxa-branca para as finais foi feita. Neste domingo (28), o time derrotou o Londrina por 3 a 1, no Couto Pereira, e evitou que o adversário chegasse à decisão do Estadual – primazia que caberá ao Atlético.
A partida de domingo no Couto Pereira era válida pela última rodada do returno. O resultado, combinado com a derrota do Atlético para o Operário (4 a 1), em Ponta Grossa, colocou o Furacão na final. Ao perder para o Coritiba, o Londrina terminou a fase com 25 pontos. E o Atlético ficou com os mesmos 26 com o revés em Ponta Grossa. Com isso, conquistou o returno e fará a final contra o Coritiba, campeão do primeiro turno.
Nas finais, o Coritiba terá a vantagem de jogar por dois resultados de igual saldo de gols – dois empates ou uma vitória e uma derrota pela mesma diferença. Isso porque, na soma dos dois turnos, fez campanha superior à do Atlético; somou 48 pontos, contra 40 do rival. Ironicamente, o Londrina é quem obteve a melhor campanha geral. Somou 48 pontos nos dois turnos e ficou à frente do Coritiba no número de vitórias (15 a 14).
As finais estão, a princípio, marcadas para os dias 5 (na Vila Olímpica do Boqueirão) e 12 de maio (no Couto Pereira). Entre um jogo e outro, o Coritiba irá a Sousa (PB), onde estreia na Copa do Brasil, contra o Sousa. O Londrina, ao menos, garantiu vaga na Copa do Brasil de 2014 e na Série D deste ano.
Jogo
Temeroso de perder o volante Willian e o meia Alex, que acumulam dois cartões amarelos, o Coritiba resolveu poupar os dois. Com isso, Júnior Urso e Sérgio Manoel entraram na equipe. Mas isso não mudou taticamente a equipe, que entrou no 4-4-2. Os dois egressos ficaram mais atrás, liberando Gil e Robinho para apoiar mais.
Logo no primeiro lance de perigo na partida, o Londrina abriu o placar. Após cobrança de falta para a área, a zaga coxa-branca falhou em massa e Diogo Roque, a um metro do gol, marcou 1 a 0. Foi a quarta vez em 11 jogos no returno que o time coxa-branca levou um gol antes dos 10 minutos e a sexta vez que a equipe saía atrás no placar. Mas a resposta foi rápida. O Coritiba já tinha criado duas chances de gol antes de empatar a partida, com Deivid, aos 10.
No decorrer da primeira etapa, o Coritiba criou mais chances de perigo que o adversário. O Londrina ameaçava esporadicamente, quando havia alguma falha na saída de bola coxa-branca, mas pouco produziu. O goleiro Vanderlei só precisou fazer uma defesa – ainda assim, sem muita dificuldade.
Para o segundo tempo, o técnico Marquinhos Santos pediu apenas para adiantar a marcação. “E um pouco mais de infiltração do Rafinha e do Robinho”, afirmou ele. Na etapa final, o Coritiba manteve o predomínio. O Londrina, porém, teve duas grandes chances de desempatar. E, como não fez, acabou castigado. No lance seguinte, o Coritiba marcou o segundo gol, com Rafinha, aos 19 minutos. Quatro minutos depois, Leandro Almeida ampliou. Entre um gol e outro, Júnior Urso perdeu uma grande chance, na pequena área, ao chutar em cima de Danilo. A partir daí, o Tubarão tentou o gol atabalhoadamente. Os coxas-brancas tinham contra-ataques à mercê, mas não aproveitaram.


Mergulhador flagra sucuri gigantesca no Mato Grosso do Sul.

O mergulhador suíço Franco Banfi, encontrou uma anaconda de oito metros em um rio no Mato Grosso do Sul. O objetivo dele era registrar o animal em seu habitat natural. Durante a viagem à região, o Banfi encontrou seis sucuris diferentes e contou que nunca esteve tão perto de uma cobra dessas antes, e que em um primeiro momento a cobra o assustou, mas que depois percebeu que nada aconteceria se ele respeitasse o espaço dela. No final, deu tudo certo, e ele conseguiu o que queria. A anaconda, que tem cerca de oito metros de comprimento, rastreia a superfície da água em busca de alimento.
Veja as fotos tiradas pelo mergulhador logo abaixo: