Justiça atrasa construção de Clinica da Mulher de Assaí


Imóvel desapropriado pelo município de Assaí para construção da Clínica da Mulher e da Criança teve a posse revertida ao proprietário original, segundo decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná.
O dono da área não concordou com o valor arbitrado pelo município, e procurou os tribunais para discutir a questão.
Contando com 2.475 metros quadrados, e localizada na rua Getúlio Vargas, esquina com a Souza Naves, a área pertence a Newton Eduardo Imano Kuya. O imóvel foi avaliado em R$ 170 mil por comissão formada pela administração municipal.
Além da Clínica da Mulher e da Criança – com recursos do governo estadual -, naquele imóvel seria também inicialmente erguido um posto do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), conforme proposta de desapropriação municipal. No entanto, o poder público local havia decidido construir a Biblioteca da Indústria no lugar do posto do INSS.

Desde a semana passada, maquinário público tem trabalhado na remoção de entulho do que sobrou de uma residência construída naquele terreno. Também na tarde desta segunda-feira, 5, homens da Secretaria de Obras e Serviços davam sequência àquele trabalho.
Prevista para ser entregue em três a quatro meses, a construção da Clínica da Mulher assaiense dever sofrer algum atraso.
Para ter efetivamente a posse do imóvel, o município de Assaí deve pagar um preço justo por aquela área, não apenas R$ 170 mil, nos termos do entendimento da desembargadora Rosene Arão de Cristo Pereira, do TJ/PR . A decisão atende a agravo de instrumento interposto pela senhora Izamar Maya Kuya (em nome do proprietário daquela área).
A família acredita que o terreno valha pelo menos R$ 400 mil. De forma a resolver o impasse, a Justiça da Comarca de Assaí deve ainda nomear perito oficial para avaliar aquela área de 2.475 metros quadrados, que fica na região central da cidade, próximo à Câmara de Vereadores e o Cras (Centro de Referência de Assistência Social).
A prefeitura deve então pagar a diferença, entre os R$ 170,00 já depositados e outro valor caso seja o realmente apurado, para finalmente dar prosseguimento àquela obra.
fonte - revelia

Justiça atrasa construção de Clinica da Mulher de Assaí


Imóvel desapropriado pelo município de Assaí para construção da Clínica da Mulher e da Criança teve a posse revertida ao proprietário original, segundo decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná.
O dono da área não concordou com o valor arbitrado pelo município, e procurou os tribunais para discutir a questão.
Contando com 2.475 metros quadrados, e localizada na rua Getúlio Vargas, esquina com a Souza Naves, a área pertence a Newton Eduardo Imano Kuya. O imóvel foi avaliado em R$ 170 mil por comissão formada pela administração municipal.
Além da Clínica da Mulher e da Criança – com recursos do governo estadual -, naquele imóvel seria também inicialmente erguido um posto do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), conforme proposta de desapropriação municipal. No entanto, o poder público local havia decidido construir a Biblioteca da Indústria no lugar do posto do INSS.

Desde a semana passada, maquinário público tem trabalhado na remoção de entulho do que sobrou de uma residência construída naquele terreno. Também na tarde desta segunda-feira, 5, homens da Secretaria de Obras e Serviços davam sequência àquele trabalho.
Prevista para ser entregue em três a quatro meses, a construção da Clínica da Mulher assaiense dever sofrer algum atraso.
Para ter efetivamente a posse do imóvel, o município de Assaí deve pagar um preço justo por aquela área, não apenas R$ 170 mil, nos termos do entendimento da desembargadora Rosene Arão de Cristo Pereira, do TJ/PR . A decisão atende a agravo de instrumento interposto pela senhora Izamar Maya Kuya (em nome do proprietário daquela área).
A família acredita que o terreno valha pelo menos R$ 400 mil. De forma a resolver o impasse, a Justiça da Comarca de Assaí deve ainda nomear perito oficial para avaliar aquela área de 2.475 metros quadrados, que fica na região central da cidade, próximo à Câmara de Vereadores e o Cras (Centro de Referência de Assistência Social).
A prefeitura deve então pagar a diferença, entre os R$ 170,00 já depositados e outro valor caso seja o realmente apurado, para finalmente dar prosseguimento àquela obra.
fonte - revelia

Justiça atrasa construção de Clinica da Mulher de Assaí


Imóvel desapropriado pelo município de Assaí para construção da Clínica da Mulher e da Criança teve a posse revertida ao proprietário original, segundo decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná.
O dono da área não concordou com o valor arbitrado pelo município, e procurou os tribunais para discutir a questão.
Contando com 2.475 metros quadrados, e localizada na rua Getúlio Vargas, esquina com a Souza Naves, a área pertence a Newton Eduardo Imano Kuya. O imóvel foi avaliado em R$ 170 mil por comissão formada pela administração municipal.
Além da Clínica da Mulher e da Criança – com recursos do governo estadual -, naquele imóvel seria também inicialmente erguido um posto do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), conforme proposta de desapropriação municipal. No entanto, o poder público local havia decidido construir a Biblioteca da Indústria no lugar do posto do INSS.

Desde a semana passada, maquinário público tem trabalhado na remoção de entulho do que sobrou de uma residência construída naquele terreno. Também na tarde desta segunda-feira, 5, homens da Secretaria de Obras e Serviços davam sequência àquele trabalho.
Prevista para ser entregue em três a quatro meses, a construção da Clínica da Mulher assaiense dever sofrer algum atraso.
Para ter efetivamente a posse do imóvel, o município de Assaí deve pagar um preço justo por aquela área, não apenas R$ 170 mil, nos termos do entendimento da desembargadora Rosene Arão de Cristo Pereira, do TJ/PR . A decisão atende a agravo de instrumento interposto pela senhora Izamar Maya Kuya (em nome do proprietário daquela área).
A família acredita que o terreno valha pelo menos R$ 400 mil. De forma a resolver o impasse, a Justiça da Comarca de Assaí deve ainda nomear perito oficial para avaliar aquela área de 2.475 metros quadrados, que fica na região central da cidade, próximo à Câmara de Vereadores e o Cras (Centro de Referência de Assistência Social).
A prefeitura deve então pagar a diferença, entre os R$ 170,00 já depositados e outro valor caso seja o realmente apurado, para finalmente dar prosseguimento àquela obra.
fonte - revelia

Justiça atrasa construção de Clinica da Mulher de Assaí


Imóvel desapropriado pelo município de Assaí para construção da Clínica da Mulher e da Criança teve a posse revertida ao proprietário original, segundo decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná.
O dono da área não concordou com o valor arbitrado pelo município, e procurou os tribunais para discutir a questão.
Contando com 2.475 metros quadrados, e localizada na rua Getúlio Vargas, esquina com a Souza Naves, a área pertence a Newton Eduardo Imano Kuya. O imóvel foi avaliado em R$ 170 mil por comissão formada pela administração municipal.
Além da Clínica da Mulher e da Criança – com recursos do governo estadual -, naquele imóvel seria também inicialmente erguido um posto do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), conforme proposta de desapropriação municipal. No entanto, o poder público local havia decidido construir a Biblioteca da Indústria no lugar do posto do INSS.

Desde a semana passada, maquinário público tem trabalhado na remoção de entulho do que sobrou de uma residência construída naquele terreno. Também na tarde desta segunda-feira, 5, homens da Secretaria de Obras e Serviços davam sequência àquele trabalho.
Prevista para ser entregue em três a quatro meses, a construção da Clínica da Mulher assaiense dever sofrer algum atraso.
Para ter efetivamente a posse do imóvel, o município de Assaí deve pagar um preço justo por aquela área, não apenas R$ 170 mil, nos termos do entendimento da desembargadora Rosene Arão de Cristo Pereira, do TJ/PR . A decisão atende a agravo de instrumento interposto pela senhora Izamar Maya Kuya (em nome do proprietário daquela área).
A família acredita que o terreno valha pelo menos R$ 400 mil. De forma a resolver o impasse, a Justiça da Comarca de Assaí deve ainda nomear perito oficial para avaliar aquela área de 2.475 metros quadrados, que fica na região central da cidade, próximo à Câmara de Vereadores e o Cras (Centro de Referência de Assistência Social).
A prefeitura deve então pagar a diferença, entre os R$ 170,00 já depositados e outro valor caso seja o realmente apurado, para finalmente dar prosseguimento àquela obra.
fonte - revelia

CONTAGEM REGRESSIVA...


Faltam 175 dias para a Prefeita "INTERINA" DILA, de São Sebastião da Amoreira, entregar o cargo. Uma nova eleição na Câmara será realizada e o Presidente será empossado como prefeito.


Isso se não for resolvido a situação Política do Prefeito eleito Adevilson Gouveia.

CONTAGEM REGRESSIVA...


Faltam 175 dias para a Prefeita "INTERINA" DILA, de São Sebastião da Amoreira, entregar o cargo. Uma nova eleição na Câmara será realizada e o Presidente será empossado como prefeito.


Isso se não for resolvido a situação Política do Prefeito eleito Adevilson Gouveia.

CONTAGEM REGRESSIVA...


Faltam 175 dias para a Prefeita "INTERINA" DILA, de São Sebastião da Amoreira, entregar o cargo. Uma nova eleição na Câmara será realizada e o Presidente será empossado como prefeito.


Isso se não for resolvido a situação Política do Prefeito eleito Adevilson Gouveia.

CONTAGEM REGRESSIVA...


Faltam 175 dias para a Prefeita "INTERINA" DILA, de São Sebastião da Amoreira, entregar o cargo. Uma nova eleição na Câmara será realizada e o Presidente será empossado como prefeito.


Isso se não for resolvido a situação Política do Prefeito eleito Adevilson Gouveia.

Advogado de vereador é indiciado por falso testemunho

O advogado Maurício Carneiro, defensor do vereador londrinense Joel Garcia (PDT), foi indiciado por falso testemunho e falsidade ideológica pelo delegado do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Alan Flore.
Os promotores Cláudio Esteves e Jorge Barreto da Costa poderão, a partir do relatório feito por Alan Flore, propor denúncia criminal contra o advogado e também contra Anilton Honorato, chefe de gabinete do vereador.
A suspeita de falso testemunho e falsidade ideológica baseia-se em retratação feita por Joel José Dutra, um ex-assessor de Joel Garcia. Ele retornou ao Gaeco, após depor e inocentar o vereador da acusação de contratação de uma funcionária fantasma em seu gabinete, para refazer seu depoimento. Disse, então, que foi coagido pelo advogado e pelo chefe de gabinete a inocentar Joel Garcia.
Honorato, chefe de gabinete de Garcia, é marido da assessora apontada como "funcionária fantasma", Angélica Alves Madeira.
Joel José Dutra, exonerado por Joel Garcia em 30 de abril, disse que o advogado realizou reuniões para combinar a versão que seria dita ao Gaeco pelos então funcionários do vereador. Isso teria ocorrido antes e depois da prisão do vereador - que permaneceu 54 dias detido em uma sala do 5º Batalhão da Polícia Militar.
Em entrevista à rádio Paiquerê AM na manhã desta terça-feira (6), o advogado Maurício Carneiro disse que o delegado "deu credibilidade a uma pessoa que mentiu duas vezes, em juízo e ao Gaeco". Afirmou, ainda, que o indiciamento é "precipitado".
FONTE: Agência Londrix

Advogado de vereador é indiciado por falso testemunho

O advogado Maurício Carneiro, defensor do vereador londrinense Joel Garcia (PDT), foi indiciado por falso testemunho e falsidade ideológica pelo delegado do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Alan Flore.
Os promotores Cláudio Esteves e Jorge Barreto da Costa poderão, a partir do relatório feito por Alan Flore, propor denúncia criminal contra o advogado e também contra Anilton Honorato, chefe de gabinete do vereador.
A suspeita de falso testemunho e falsidade ideológica baseia-se em retratação feita por Joel José Dutra, um ex-assessor de Joel Garcia. Ele retornou ao Gaeco, após depor e inocentar o vereador da acusação de contratação de uma funcionária fantasma em seu gabinete, para refazer seu depoimento. Disse, então, que foi coagido pelo advogado e pelo chefe de gabinete a inocentar Joel Garcia.
Honorato, chefe de gabinete de Garcia, é marido da assessora apontada como "funcionária fantasma", Angélica Alves Madeira.
Joel José Dutra, exonerado por Joel Garcia em 30 de abril, disse que o advogado realizou reuniões para combinar a versão que seria dita ao Gaeco pelos então funcionários do vereador. Isso teria ocorrido antes e depois da prisão do vereador - que permaneceu 54 dias detido em uma sala do 5º Batalhão da Polícia Militar.
Em entrevista à rádio Paiquerê AM na manhã desta terça-feira (6), o advogado Maurício Carneiro disse que o delegado "deu credibilidade a uma pessoa que mentiu duas vezes, em juízo e ao Gaeco". Afirmou, ainda, que o indiciamento é "precipitado".
FONTE: Agência Londrix